sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

FONAI 2008


FORUM NACIONAL DE ARQUITETURA ILUMINAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

Informações e inscrições: http://www.fonais.com.br/
(11) 4617 5114 / 4777 0867 / 7728 8399 / 8694 2293

Investimento: R$ 150,00

Locais:

Belém - 14 e 15 de maio
Vitória - 28 e 29 de maio
Goiania - 11 e 12 de junho
Maringá - 25 e 26 de junho
Florianópolis - 13 e 14 de agosto
Belo Horizonte - 16 e 17 de setembro
Porto Alegre - 23 e 24 de outubro
Rio de Janeiro - 12 e 13 de novembro

ILUME EXPO 2008 - 10 e 11 de março - SP


Não percam a Exposição e Conferência da Gestão de Iluminação Pública.

http://www.rpmbrasil.com.br/i8anuncio.htm

Descontos Especiais para associados ABIL.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Homenagem a Oscar Niemeyer - Patrono da ABIL

Oscar Niemeyer nasceu no Rio de Janeiro, em 1907. Considerado o mais importante arquiteto brasileiro deste século em função da quantidade e qualidade de obras construídas, iniciou sua carreira no escritório de Lucio Costa, em 1934, quando se graduou na Escola Nacional de Belas Artes.
A partir do instante em que substituiu Costa na coordenação do grupo que desenvolveu os estudos de Le Corbusier para o edifício-sede do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro, Niemeyer desempenhou o papel principal na corrente modernista que privilegiava a expressão plástica. Em 1947, o edifício-sede da Unesco, nos Estados Unidos, proporciona mais uma vez a Niemeyer a oportunidade de dividir com Le Corbusier o projeto definitivo que funde as propostas independentes de cada um dos arquitetos.

A influência corbusiana é notável nas primeiras obras de Niemeyer. Porém, pouco a pouco o arquiteto adquire sua marca: a leveza das formas curvas cria os espaços que transformam o programa arquitetural em ambientes inusitados; portanto, harmonia, graça e elegância são os adjetivos mais apropriados para o trabalho de Oscar Niemeyer. As adaptações que o arquiteto produziu conectando o vocabulário barroco ao modernismo arquitetônico possibilitaram experiências formais com volumes espetaculares, que foram concretizadas por calculistas famosos, entre eles o brasileiro Joaquim Cardoso e o italiano Pier Luigi Nervi.

A arquitetura de Brasília, prevista nos esboços com que Lucio Costa concorreu ao concurso internacional de projetos para a nova capital do Brasil, foi o impulso definitivo de Niemeyer na cena da história internacional da arquitetura contemporânea. As cúpulas côncava e convexa do Congresso Nacional e as colunas dos palácios da Alvorada, do Planalto e da Suprema Corte, configuram signos originais. Agregando-os às espetaculares formas das colunas da Catedral e dos palácios Itamaraty e da Justiça, Niemeyer encerra a perspectiva ortogonal e simétrica formada pelo ritmo repetitivo dos edifícios da Esplanada dos Ministérios.
O uso das estruturas em concreto armado em formas curvas ou em casca e as explorações inéditas das possibilidades estéticas da linha reta se traduziram em fábricas, arranha-céus, espaços para exposições, residências, teatros, templos, edifícios-sede de empresas dos setores público e privado, universidades, clubes, hospitais e equipamentos para diversos programas sociais. Desses temas sobressaem-se os seguintes trabalhos: a Obra do Berço e sua residência na Estrada das Canoas, no Rio de Janeiro; a fábrica Duchen, o edifício Copan e o Parque do Ibirapuera, em São Paulo; o conjunto arquitetônico da Pampulha, com o Cassino, o Restaurante e o Templo de São Francisco de Assis, em Belo Horizonte; o projeto para o Hotel de Ouro Preto (Minas Gerais), o Museu de Caracas (Venezuela), a sede do Partido Comunista (Paris), a sede da Editora Mondatori (Milão), a Universidade de Constantine (Argélia) e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (Rio de Janeiro).

A presença constante de Oscar Niemeyer no cenário da arquitetura contemporânea internacional, desde 1936 até os dias atuais, o transformou em símbolo brasileiro. Recebeu inúmeros prêmios e possui vasta bibliografia, onde se destacam títulos de sua autoria e de Stamo Papadaki, além de várias edições temáticas das principais revistas de arquitetura da França e da Itália. (Fonte: http://www.mre.gov.br).

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Novidade - Litrosferas


A companhia MPK desenvolveu um novo material luminoso capaz de gerar luz constante por 12 anos sem abastecimento de energia elétrica. Baseado na chamada litroenergia, o novo material é composto de micropartículas luminosas chamadas litrosferas, atóxicas e baratas, chegando a substituir uma lâmpada incandescente de 20 watts, conforme pode ser lido no site Treehugger.

Criada com base em tecnologia betavoltaica, que utiliza como fonte de energia um gás radiativo, as litroesferas são manufaturadas de modo a produzir uma leve emissão de elétrons incapazes de penetrar o vidro ou a parede de polímero em que forem colocados, explicou o site Gizmodo.

A luz emanada pode ser projetada para brilhar em qualquer cor, além de poder ser moldada ou acrescentada à tinta. Para iluminar um pedaço de plástico de 21 por 27 centímetros, o material empregado custaria apenas US$ 0,35. A companhia prevê que o invento será utilizado primeiro em equipamentos de segurança.

Mais detalhes podem ser obtidas em tinyurl.com/28m98s.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

O início do fim das incandescentes


Fonte: Jornal O Debate - 01.02.2008

Brasil - Diversos países vêm implantando políticas de substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes com o objetivo de promover a eficiência energética. A redução do consumo nesse campo tem impacto positivo sobre o meio ambiente, na medida em que são minimizadas as necessidades de geração de energia.

A Austrália, por exemplo, pretende interromper a venda de incandescentes até 2010 e proibir a comercialização de lâmpadas que não cumpram as metas de economia de energia. O Canadá deve banir a venda das lâmpadas tradicionais até 2012, como parte do plano de diminuir em 20% a emissão de gás do efeito estufa até 2020. Na Venezuela, o Governo substituiu 53 milhões de lâmpadas incandescentes por fluorescentes em mais de 95% dos domicílios. No Brasil, tramita no Congresso um Projeto de Lei proposto pelo deputado Arnon Bezerra (PTB/CE), de maio de 2007, que prevê a proibição da fabricação, importação e comercialização em todo o país de lâmpadas incandescentes a partir de 2010.

As distribuidoras de energia têm ainda um compromisso com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) em investir uma porcentagem de seus faturamentos na compra e distribuição gratuita de lâmpadas fluorescentes compactas com Selo Procel para uso doméstico.

As lâmpadas fluorescentes são mais caras em relação às tradicionais (custo médio R$ 8,00), porém cerca de 80% mais econômica e com durabilidade dez vezes maior que a incandescente (um ano, em média). E, embora a fluorescente tenha um custo maior, em quatro meses pode-se recuperar o investimento. O restante da vida útil da lâmpada, portanto, representa lucro.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Formação Profissional e o mercado de trabalho em iluminação


Palestra ministrada por Jamile Tormann, no auditório do CREA/TO.
Dia 25 de março de 2008, das 19h30 ás 21h00.
Entrada Limitada. Favor confirmar presença pelo telefone (63) 9208.5577
Maiores informações pelo site http://www.iluminacao.arq.br/

Oliver-Rhoads recebem certificado LEED

Estados Unidos - A empresa americana de consultoria e engenharia Oliver-Rhoads & Associates recebeu o certificado LEED do U.S. Green Building Council (Conselho Americano de Edificações Verdes). Os sócios Tony Gipson e Tim Little passaram no exame LEED para novas construções e reformas.
A sigla LEED, que significa Leadership in Energy and Environmental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental), é um sistema de classificação reconhecido nos Estados Unidos para empresas que realizam construções amigas do meio ambiente. O LEED enfatiza princípios em um edifício verde: sistema de água eficiente, eficiência energética e qualidade ambiental, entre outros.

Fonte: Nashville Business Journal - 21.01.2008

País adotará regras para reduzir uso de energia

Brasil - O governo está elaborando um novo conjunto de medidas para reduzir O consumo de eletricidade no país. Entre as ações está um decreto preparado pelo governo, por intermédio do Inmetro, que estabelecerá parâmetros de economia de energia para novos prédios comerciais e públicos.
Em discussão com o setor privado há cerca de quatro anos, a regulamentação ficará pronta ainda este ano e estabelecerá quais equipamentos e padrões arquitetônicos deverão ser utilizados pelas construtoras em novas edificações. O objetivo é que, integralmente implantado o plano (de médio prazo), deixe de ser consumida no país eletricidade suficiente para atender, por ano, 400 mil casas.
A inidativa é parte dos esforços que terão de ser empreendidos pela sociedade para atender às exigências de conservação de energia estabelecidas pelo governo. Pouquíssimos brasileiros sabem, mas em 2008, começa a valer a determinação do planejamento energético nacional de economizar, até 2030, o equivalente à geração de duas hidrelétricas de ltaipu ou ao consumo da Região Sul.
Imóveis da esplanada dos ministérios têm problemas
Outras medidas estão em curso. O Ministério do Planejamento está elaborando um decreto presidentlal que instituirá a obrigatoriedade de a União comprar apenas os equipamentos que mais poupam eletricidade. Já o Ministério de Minas e Energia e o Programa Nacional de Conservaçao de Energia Elétrica (Procel) começaram a trabalhar em um novo plano de eficiência energética, com ênfase na expansão do uso da energia solar.
Na área da construção civil, segundo a diretora do departamento de Desenvolvimento Energético do ministério, Laura Porto, as regras visam a por exemplo, estabelecer de acordo com o tamanho do empreendimento com o projeto arquitetônico poderá aumentar as áreas de ventilação natural, reduzindo o uso do ar-condicionado. Por exemplo, edifícios que abusam do material espelhado em seu acabamento tendem a ficar mais quentes. A proposta é estender o plano à construção de residências a médio e longo prazos.
- Serão verificadas três características: envelope (parte externa), sistema de iluminação e ar-condicionado. Se a edificação usa água quente, precisará ter aquecimento solar. Se tem mais de um elevador, terá de ser operado por controle inteligente .- explicou Paulo de Tarso Cruz, coordenador-geral de Eficiência Energética do ministério.
Os parâmetros - que vêm sendo costurados há quatro anos com a ajuda da academia - terão de ser considerados para a concessão do habite-se. Para Cruz, o governo precisa dar exemplo. O INSS vai reformar mil prédios já com base nos novos parâmetros de eficiência energétíca. As edificações públicas representam 2,7% do consumo nacional de eletricidade. A União fica com 45% desse total. Por isso, o governo vai tornar a compra de equipamentos eficientes (selo A do Procel) uma obrigação em licitaçãoes: - Na Esplanada dos Ministérios, os prédios têm problemas, pois são tombados e esstão obsoletos.
Entre as ações, incentivo ao uso de energia solar
Meta é elevar para 3,4 milhões total de casas com a tecnologia
A energia solar tam bém será uma das armas utilizadas pelo governo na briga para poupar eletricidade. Na terça-feira, Caixa Econômica Federal (CEF), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), fabricantes e Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) fazem a primeira de uma série de reuniões para traçar ações de incentivo ao uso da luz natural como insumo de eletrodomésticos e máquinas industriais. Subsídios para a instalação de equiparnentos e ampliação de linhas de financiamento serão estudados.
Segundo Paulo de Tarso Cruz, coordenador-geral de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia, serão alvos do plano quatro grupos de consumidores: a classe média, a baixa renda, a indústria e a rede de hotéis e pousadas. A meta é aumentar, por exernplo, em quase seis vezes, até: 2015, o número de domicílios que contam com aquecimento solar; de 6OO mil para 3,4 milhões. A economia de eletricidade gerada chegaria a mill megawatts no horário de pico, entre 18h e 21h.
Na classe média, o esforço inicial será de publicidade. Explicando que 8% do consumo de energia do Brasil são gerados pelo chuveiro elétrico, haverá propaganda dos equipamentos disponíveis no mercado e dos financiamentos existentes para um banho à energia solar.
Redução de impostos para aquecedor solar
Para a populaçào de baixa renda, haverá subsídio na hora da construção ou reforma, pois a instalação de aquecimento solar pode representar até 7% do valor da casa.
- A Caixa já tem um estudo sobre quanto pode ser concedido para reduzir o custo do rnutuário - disse Cruz.
Já o BNDES poderá aumentar para R$ 1 bilhão o montante de recursos do fundo de aval criado ano passado, com R$ 100 milhões, com o objetivo de financiar a utilização da energia solar pelas indústrias em processos produtivos que envolvam temperaturas muito elevadas.
O grupo de trabalho pretende ainda formar uma parceria com o Ministério do Turismo para incentivar o uso de energia solar na rede hoteleira. Este setor faz uso intensivo de energia, por exemplo, com chuveiros elétricos e aquecimento de água para outros fins. Mas quase nâo é usuário do método alternativo.
O país produz 500 mil metros quadrados (unidade de medida das placas) de coletores solares por ano, isentos de ICMS e IPI. Este último tributo tiimbém não é cobrado na fabricação dos demais produtos usados no aquecimento solar.
- Também queremos trabalhar a questão da redução, além do IPI, de outros impostos na cadeia produtiva do aquecedor solar para realmente o equipamento ficar mals barato - afirmou a diretora do Departamento de Desenvolvimento, Laura Porto.

Fonte: O Globo - 20.01.2208

Raio laser de fibra óptica é melhor, mais barato e permitirá novas aplicações


ICT 21/01/2008

Quando os lasers foram desenvolvidos nos anos 1960, eles eram uma solução procurando por um problema para resolver. Desde então, eles se tornaram uma ferramenta essencial em áreas tão diferentes quanto as da nanotecnologia e da biomedicina.
Lasers de fibras ópticas
Uma nova geração de lasers de fibras ópticas ultra-rápidos sendo desenvolvida na Europa está criando ainda mais usos para esses feixes de luz de alta intensidade e, ao mesmo tempo, baixando seus custos de produção e manutenção e aumentando sua eficiência.
Até hoje, muitos lasers comerciais ultra-rápidos - do tipo que emite luz em pulsos curtos para aplicações industriais ou para espectroscopia - têm sido baseados na tecnologia de estado sólido, utilizando componentes ópticos volumosos. Entretanto, eles têm várias desvantagens, não menos consideráveis do que seu grande tamanho e altos custos de produção e de manutenção - problemas que podem ser resolvidos com a utilização de fibras ópticas, ao invés do ar, para transmitir a luz.
Novas aplicações
"Lasers de fibras podem substituir os lasers de estado sólido na maioria das aplicações, assim como abrir as portas para novas aplicações," explica Mircea Guina, pesquisador da Universidade Tampere, na Finlândia.
Guina é o gerente do projeto Uranus, que está desenvolvendo os lasers de fibras ópticas que deverão permitir a fabricação de equipamentos nanotecnológicos ainda menores do que é possível hoje e permitir a demonstração prática de novas aplicações, como a tomografia de coerência óptica, uma técnica de imageamento digital 3D utilizada na medicina, entre muitas outras aplicações. "Há literalmente centenas de usos," diz ele.
Menor potência
Estas novas aplicações não são o único benefício dos lasers de fibra ultra- rápidos. Em comparação com os lasers de estado sólido, os sistemas de fibras ópticas são mais eficientes e mais baratos de se fabricar. Estima-se que um laser industrial de fibra óptica custe ao redor de US$50.000,00, contra US$150.000,00 dos atuais lasers de estado sólido. "A fibra é muito mais eficiente do que o ar para levar a luz ao seu alvo, de forma que é necessário menos potência para atingir os mesmos resultados que os sistemas de estado sólido. Ela é também mais estável e robusta," diz o cientista.

Do Portal Inovacão Tecnológica http://www.inovacaotecnologica.com.br/index.php em 21/01/2008